Mora
O concelho de Mora caracteriza-se pelas matas, predominantemente de sobreiros, e pelos seus olivais, pinhais e espessos matagais, um conjunto que dá origem a uma atmosfera apaziguadora e bucólica, ideal para umas férias tranquilas e em permanente contacto com a Natureza.
A sede do concelho é uma pequena e pacata vila que apresenta uma Igreja Matriz curiosa, pois uma das suas torres sineiras ergue-se junto da capela-mor e a segunda do outro lado da rua.
Um dos locais mais interessantes da região está situado na povoação de Pavia, onde a pequena Capela de São Dinis foi literalmente inserida numa grande anta, das maiores do país. A ermida nunca deixa de surpreender o visitante e resulta do fervor religioso medieval.
Aliás, o concelho foi povoado desde tempos pré-históricos, como se pode comprovar pelas numerosas antas e monumentos megalíticos que se encontram em bom estado de conservação.
Perto da aldeia de Brotas, a imponente Torre das Águias ergue-se isolada e a dominar um cenário de suaves colinas, tendo já alojado a antiga câmara municipal.
A gastronomia da zona, como acontece no resto do Alentejo, privilegia o pão, que é usado não como aperitivo a anteceder as refeições mas para enriquecer pratos de carne ou de peixe com saborosos molhos aromáticos: aqui, as especialidades são o ensopado de borrego, as migas (uma espécie de açorda grossa) de espargos e a açorda de bacalhau, mas também vale a pena saborear a deliciosa sopa de coelho, a tomatada ou a sopa de beldroegas.
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Feiras e mercados - Tempo
| Região : |
Alentejo |
 |
| Subregião : |
Alentejo Central |
| Distrito: |
Évora |
| Freguesias (4) : |
Brotas,Cabeção, Mora,Pavia |
| Habitantes (2001): |
2 800 (Vila); 5 787 (Concelho) |
| Área: |
443,46 km² (Concelho) 127,59 km² (Freguesia) |
| Coordenadas: |
38°56'0" N 8°9'0" W |
| Orago: |
Nossa Senhora da Graça |
| Câmara Municipal de Mora, Rua do Município; 7490-243 Mora |
É no reinado de D. Manuel (1519) que Mora obtém foral, daí até ao século XVII a vila permaneceu um pequeno núcleo a meio da encosta da colina de S. Sebastião, o centro cívico deste núcleo seria a Praça onde estão a Igreja Matriz e os antigos Paços do Concelho (Casa da Torre do Relógio); o aspecto actual deste Largo é bastante recente e as casas que hoje o limitam a sul e nascente não existiam.
Durante os séculos XVIII e XIX o crescimento de Mora continua a ser muito reduzido e lento; indicativas da pequena importância da região durante esta última centúria são as alternâncias sucessivas da sua posição, enquanto sede de concelho. São a chegada do caminho de ferro (1908) e o desenvolvimento económico daí provenientes que dão novo alento à vila. (mais informação)
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